Dias, semanas, meses, anos, uma vida inteira.
O contar do tempo requer uma técnica impressionante, pois sempre temos um motivo para reclamar que passou rápido demais ou então que demorou para chegar. Nessa contagem de tempo uma série de situações inusitadas ocorrem. Encontramos pessoas que pensávamos nunca mais encontrar, encontramos outras que nem sonhávamos conhecer.
Bom, o que quero dizer com isso.
As amizades elas acontecem no decorrer da nossa existência e aparecem e somem como tudo que tem vida. Mas o mais impressionante, pelo menos para mim, são as que nunca deixam de existir.
Tem alguns instantes mágicos nas amizades, onde elas surgem como um coleguismo, depois ficam mais intensas, viram amizades.
Ah! Mas chega um dia que o contato desaparece, só fisicamente. A memória nos faz um favor enorme de sempre nos lembrar dos nosso laços, das boas coisas que aconteceram, da vontade de ver de novo.
E um dia os astros movem tudo para que haja o reencontro, ele acontece. Quando isso acontece achamos que tudo será como antes, nos organizamos para não perdermos o contato físico novamente e tudo se torna perfeito.
Mas parece que os astros não concordam com isso. Mas também não nos avisa que não concordaram, e nos pregam peças sempre. Criamos expectativas, cuidamos do calendário para que sempre haja um tempo para o amigo distante.
Ai! Que pena que nem tudo é da forma como planejamos.
Sempre ocorrem desencontros, mudança de planos, imprevistos, chuvas, terremotos, buracos do metrô, enfim, tudo que a gente não imagina acontece.
Frustação. Desconsolo. Esperança.
O melhor de tudo, se é que há melhor nisso, é que alimentamos a esperança de poder sentar numa mesa de bar, pedir algumas cervejas geladas e rir, mas rir muito de todos os desencontros.
O que vai acontecer depois disso?
Vamos achar de novo que não vamos perder o contato. Vai dar certo?
Não sei. Ainda espero um convite de casamento, um almoço para conhecer novos(as) agregados(as), não desisti de dirigir um carro que não estou, e provavelmente nunca estarei, autorizada a dirigir
Ah, vai sim, pois vamos sempre alimentar o desejo de encontrar novamente e essa é a melhor parte da história.
O contar do tempo requer uma técnica impressionante, pois sempre temos um motivo para reclamar que passou rápido demais ou então que demorou para chegar. Nessa contagem de tempo uma série de situações inusitadas ocorrem. Encontramos pessoas que pensávamos nunca mais encontrar, encontramos outras que nem sonhávamos conhecer.
Bom, o que quero dizer com isso.
As amizades elas acontecem no decorrer da nossa existência e aparecem e somem como tudo que tem vida. Mas o mais impressionante, pelo menos para mim, são as que nunca deixam de existir.
Tem alguns instantes mágicos nas amizades, onde elas surgem como um coleguismo, depois ficam mais intensas, viram amizades.
Ah! Mas chega um dia que o contato desaparece, só fisicamente. A memória nos faz um favor enorme de sempre nos lembrar dos nosso laços, das boas coisas que aconteceram, da vontade de ver de novo.
E um dia os astros movem tudo para que haja o reencontro, ele acontece. Quando isso acontece achamos que tudo será como antes, nos organizamos para não perdermos o contato físico novamente e tudo se torna perfeito.
Mas parece que os astros não concordam com isso. Mas também não nos avisa que não concordaram, e nos pregam peças sempre. Criamos expectativas, cuidamos do calendário para que sempre haja um tempo para o amigo distante.
Ai! Que pena que nem tudo é da forma como planejamos.
Sempre ocorrem desencontros, mudança de planos, imprevistos, chuvas, terremotos, buracos do metrô, enfim, tudo que a gente não imagina acontece.
Frustação. Desconsolo. Esperança.
O melhor de tudo, se é que há melhor nisso, é que alimentamos a esperança de poder sentar numa mesa de bar, pedir algumas cervejas geladas e rir, mas rir muito de todos os desencontros.
O que vai acontecer depois disso?
Vamos achar de novo que não vamos perder o contato. Vai dar certo?
Não sei. Ainda espero um convite de casamento, um almoço para conhecer novos(as) agregados(as), não desisti de dirigir um carro que não estou, e provavelmente nunca estarei, autorizada a dirigir
Ah, vai sim, pois vamos sempre alimentar o desejo de encontrar novamente e essa é a melhor parte da história.

Um comentário:
É. Acho que às vezes esperamos demais, planejamos demais, especulamos demais. Bobagem, né? Devíamos simplesmente aproveitar o que temos agora. Bonito texto.
beijo
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