Isso, tudo hoje:
D.Rosa, minha mãe, no msn:
- Beta, vc não sabe o que sua cadela aprontou!
- O quê mãe?
- A safada comeu minha planta de novo
- Tá mãe, e o que a Sra. quer que eu faça há 25km de distância
- Nada, só estou comentando...não precisa falar assim
- Tá mãe
- Ahhh, não esquece de trazer o dinheiro pra comprar a ração dela!
( A FRIDA É PHODA)
Tio Rubens, ou pai-postiço no gtalk:
- Tiiiio
- Oi...tô vendo o link que vc me mandou
- E aí, gostou do meu blog
- Não entendo muita coisa, sou meio burro
(EU, ROBERTA, AMO MTO MESMO ASSIM)
terça-feira, setembro 05, 2006
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Um comentário:
Ser feliz tornou-se uma espécie de obrigação social. Se você não acredita em mim, experimente responder "não" àquele tradicional "tudo bem?" que os mais e menos conhecidos lhe dirigem. Mais do que falta de cortesia ou rabugice, esse "não" será tomado como sintoma de alguma infelicidade fundamental, algum "desajustamento", alguma "escolha infeliz". E esses são pecados mortais. A convicção de que a felicidade é o valor supremo é tão arraigada, tão profundamente inculcada, que o "tudo bem?" nem é mais uma pergunta, é uma afirmação que o outro repete como um eco automático. "Tudo bem; tudo bem". E se essa repetição não se efetua, a "harmonia do mundo" fica abalada. Não é difícil adivinhar que boa parte dessa felicidade que se derrama em sorrisos é simulada. Já que a infelicidade é o mal supremo, pelo menos se pode camuflá-la com as devidas contrações dos músculos faciais.
ps:um copo de vinho barato e um beijo delicado. :(
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