Cadê

domingo, outubro 01, 2006

Não quero mais confetes...agora, só MM

Roberta é meu nome, não Rosana....
Sim, ela era a filha irmã amiga perfeita, mas não está mais aqui...
Não espero que ninguém me entenda, porque isso é missão impossível para muitos, mas custa muito aceitar-me?
Se custar, não precisa...respeite-me então...
Se eu for enumerar a quantidade de defeitos que tenho, não vou sair daqui...´
Hoje ouvi uma frase ótima do pescador: " Vc é o MM vermelho"
Caramba, agora pergunto: "Se o MM vermelho é tão difícil de encontrar, pq todo mundo dispensa qdo encontra"
Estou com muitas perguntas hoje, e espero que alguém tenha resposta:
"Temos o direito de escolher nascer ou não?"
Se a resposta for sim, mta coisa faz sentido, pq demorei nada mais que 9 horas pra nascer....acho que já sabia o que me esperava.

Conclusão: não sou a amiga filha irmã profissional perfeita, sou um ser, tentando tornar-me humana, mesmo sabendo de toda incompreensão é um ser humano aguenta num mundo dominado por normóticos...

3 comentários:

Anônimo disse...

Lendo o texto/desabafo, o que fez acertadamente, refleti sobre pontos colocados.

A comparação, as vezes inevitável, mas pode ser entendida, talvez pela forma de como a vida é encarada, acho, que por serem iguais na determinação e retidão de caráter as leva a comparação. Mas o ponto central não é este, mas sim a forma como a Fada vem lutando pela vida; por ter ainda muito cedo assumido uma responsabilidade enorme, e melhor, sempre vencendo, ainda que para isso escondesse sob seu travesseiro a "dor" que muitas das vezes à atormentou.

A não demonstração destas dores e a garra que possui, pode aos olhos dos outros parecer que nada a abate, nada a fere, nada a incomoda, levando aos outros a imagem personificada de uma Fortaleza. Mas se esquecem os humanos que toda Fortaleza por mais segura que possa parecer, tem seu ponto de fragilidade, e quando se ataca justamente este ponto, ela pode se abalar, no entanto, como é forte o suficiente, PERMANECE DE PÉ.

Quanto a escolha por nascer ou não, parte de nós mesmos, ainda na erraticidade fazemos as escolhas que levarão ao nosso aperfeiçoamento como espíritos, sabemos antes de chegarmos por aqui àquilo a que nos propomos a fazer, e por saiba decisão de Deus carregamos somente o peso que suportamos.

A demora em chegar de fato a terra do humanos pode ser entendida como uma tentativa de sucumbir às nossas próprias escolhas, de repente acha-se que as provas são demasiadamente pesadas, e dái resistimos para não chegarmos.

Mas vejam a coragem, fora um tempo razoável pela "escolha", mas a opção foi: NÃO VOU FUGIR!

Anônimo disse...

Lendo o texto/desabafo, o que fez acertadamente, refleti sobre pontos colocados.

A comparação, as vezes inevitável, mas pode ser entendida, talvez pela forma de como a vida é encarada, acho, que por serem iguais na determinação e retidão de caráter as leva a comparação. Mas o ponto central não é este, mas sim a forma como a Fada vem lutando pela vida; por ter ainda muito cedo assumido uma responsabilidade enorme, e melhor, sempre vencendo, ainda que para isso escondesse sob seu travesseiro a "dor" que muitas das vezes à atormentou.

A não demonstração destas dores e a garra que possui, pode aos olhos dos outros parecer que nada a abate, nada a fere, nada a incomoda, levando aos outros a imagem personificada de uma Fortaleza. Mas se esquecem os humanos que toda Fortaleza por mais segura que possa parecer, tem seu ponto de fragilidade, e quando se ataca justamente este ponto, ela pode se abalar, no entanto, como é forte o suficiente, PERMANECE DE PÉ.

Quanto a escolha por nascer ou não, parte de nós mesmos, ainda na erraticidade fazemos as escolhas que levarão ao nosso aperfeiçoamento como espíritos, sabemos antes de chegarmos por aqui àquilo a que nos propomos a fazer, e por saiba decisão de Deus carregamos somente o peso que suportamos.

A demora em chegar de fato a terra do humanos pode ser entendida como uma tentativa de sucumbir às nossas próprias escolhas, de repente acha-se que as provas são demasiadamente pesadas, e dái resistimos para não chegarmos.

Mas vejam a coragem, fora um tempo razoável pela "escolha", mas a opção foi: NÃO VOU FUGIR!

Anônimo disse...

MM vermelho?
Aquele todo invocadinho?
Hm... acho q deve ser vc mesmo!
hehehehehehe
beijão!